Dragon Age Inquisition: você será forte o bastante para liderar?

Julio Nascimento
Julio acompanha games desde a época dos primeiros portáteis da Nintendo e nunca perdeu o costume de fechar cada geração com um Zelda debaixo do braço....
3 min de leitura

Dragon Age: Inquisition coloca o jogador no comando da Inquisição, uma organização criada para fechar a Brecha, uma fenda no céu que despeja demônios sobre o mundo de Thedas. Liderar não é só uma questão de força em combate: o jogo cobra decisões políticas, militares e diplomáticas que moldam o destino de toda uma região.

O peso das decisões

Diferente dos dois primeiros jogos da série, Inquisition dá ao protagonista uma sede de poder, uma espécie de mapa-múndi onde é preciso escolher que operações patrocinar: negociar com facções rivais, mandar tropas para batalhas específicas ou investir em pesquisa. Cada escolha consome tempo e recursos limitados, e algumas fecham outras opções para sempre, o que dá peso real às decisões de quem está no comando.

Aprovação dos companheiros e conselheiros

Além dos nove companheiros que lutam ao lado do Inquisidor, quatro conselheiros (Cullen, Leliana, Josephine e, dependendo das escolhas, Cassandra) opinam sobre os rumos da Inquisição. Decisões tomadas em conversas e missões afetam a aprovação de cada um deles, e desagradar demais um conselheiro ou companheiro pode fechar conteúdo específico de sua história pessoal.

Como isso muda em relação aos jogos anteriores

Em Dragon Age: Origins, o Grey Warden lidera principalmente um grupo de guerra reunindo aliados pontuais para uma batalha final; em Dragon Age 2, Hawke tem influência sobre Kirkwall, mas quase nunca comanda um exército ou uma organização formal. Inquisition é o primeiro jogo da série em que o protagonista administra de fato uma instituição, com orçamento, exército e política externa, o que aproxima a experiência de um jogo de estratégia leve encaixado dentro de um RPG de ação.

Dragon Age Inquisition: preparo para liderar de verdade

Em termos de jogabilidade, “ser forte o bastante” também significa equilibrar a build de combate do Inquisidor com um grupo balanceado de até três companheiros, já que o jogo permite pausar a ação a qualquer momento para planejar táticas, algo herdado dos primeiros Dragon Age. A resposta para a pergunta do título depende menos de estatísticas de personagem e mais de como o jogador administra alianças, recursos e a confiança de quem segue a Inquisição, o que faz de Inquisition uma experiência tão política quanto ela é de combate.

Para conhecer quem pode integrar sua equipe nessa jornada, veja também os companheiros de Dragon Age: Inquisition.

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Julio acompanha games desde a época dos primeiros portáteis da Nintendo e nunca perdeu o costume de fechar cada geração com um Zelda debaixo do braço. É daqueles que perdem a conta de quantas platinas já tirou em Monster Hunter, e defende a série Souls como o padrão-ouro de dificuldade bem calibrada nos games atuais. No Zona Gamer, cobre lançamentos, mecânicas de jogo e as histórias por trás dos títulos que valem a pena conhecer.
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