Dragon Age: Inquisition coloca o jogador no comando da Inquisição, uma organização criada para fechar a Brecha, uma fenda no céu que despeja demônios sobre o mundo de Thedas. Liderar não é só uma questão de força em combate: o jogo cobra decisões políticas, militares e diplomáticas que moldam o destino de toda uma região.
O peso das decisões
Diferente dos dois primeiros jogos da série, Inquisition dá ao protagonista uma sede de poder, uma espécie de mapa-múndi onde é preciso escolher que operações patrocinar: negociar com facções rivais, mandar tropas para batalhas específicas ou investir em pesquisa. Cada escolha consome tempo e recursos limitados, e algumas fecham outras opções para sempre, o que dá peso real às decisões de quem está no comando.
Aprovação dos companheiros e conselheiros
Além dos nove companheiros que lutam ao lado do Inquisidor, quatro conselheiros (Cullen, Leliana, Josephine e, dependendo das escolhas, Cassandra) opinam sobre os rumos da Inquisição. Decisões tomadas em conversas e missões afetam a aprovação de cada um deles, e desagradar demais um conselheiro ou companheiro pode fechar conteúdo específico de sua história pessoal.
Preparo para liderar de verdade
Em termos de jogabilidade, “ser forte o bastante” também significa equilibrar a build de combate do Inquisidor com um grupo balanceado de até três companheiros, já que o jogo permite pausar a ação a qualquer momento para planejar táticas, algo herdado dos primeiros Dragon Age. A resposta para a pergunta do título depende menos de estatísticas de personagem e mais de como o jogador administra alianças, recursos e a confiança de quem segue a Inquisição, o que faz de Inquisition uma experiência tão política quanto ela é de combate.
Para conhecer quem pode integrar sua equipe nessa jornada, veja também os companheiros de Dragon Age: Inquisition.
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