Resident Evil Requiem vale a pena para quem procura um survival horror de campanha, tenso e bem produzido. O nono jogo principal equilibra exploração, recursos limitados e sequências de ação sem abandonar a sensação de vulnerabilidade que tornou a série especial. A ressalva está na exigência técnica do PC e em alguns picos de ritmo perto do final.
- Avaliação zGamer
- O que é Resident Evil Requiem?
- Jogabilidade e mecânicas principais
- Gráficos, performance e plataformas
- História e narrativa, sem spoilers graves
- Prós e contras de Resident Evil Requiem
- Para quem Resident Evil Requiem é recomendado?
- Veredito zGamer
- FAQ: perguntas frequentes sobre Resident Evil Requiem
- Resident Evil Requiem tem multiplayer?
- Quanto tempo dura a campanha?
- Resident Evil Requiem roda bem em PC fraco?
- Preciso jogar os outros Resident Evil para entender?
- Resident Evil Requiem tem final alternativo?
- Fontes
Para fãs de Resident Evil, é uma das entradas mais completas da fase moderna. Para iniciantes, funciona como porta de entrada, embora quem conhece os eventos de Raccoon City aproveite melhor as referências. Nota zGamer: 8,7/10.

Avaliação zGamer
| Critério | Nota |
|---|---|
| Terror e atmosfera | 9,3 |
| Design de fases e exploração | 9,0 |
| Combate e gerenciamento de recursos | 8,5 |
| História e personagens | 8,6 |
| Performance e acessibilidade | 8,0 |
| Média final | 8,7 |
O que é Resident Evil Requiem?
Resident Evil Requiem é o nono título principal da franquia da Capcom. Lançado em 27 de fevereiro de 2026 para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC, ele acompanha Grace Ashcroft em uma investigação que reconecta a série ao legado de Raccoon City. A Capcom classifica o jogo como survival horror e o apresenta como uma experiência de escapar da morte sob pressão constante.
Contexto na franquia Resident Evil
O jogo conversa com a trilogia de Raccoon City e com a fase recente iniciada por Resident Evil 7. A melhor forma de entrar é saber, ao menos por alto, o que aconteceu em Resident Evil 2, Resident Evil 3, Resident Evil 7 e Village. Ainda assim, a história explica o necessário para quem chega agora.
Premissa e protagonistas
Grace Ashcroft conduz a investigação principal. A trama trabalha trauma, memória e consequências de incidentes anteriores da franquia sem depender apenas de nostalgia. É uma escolha eficiente: o jogo tem peso para veteranos, mas não transforma conhecimento de lore em pré-requisito.
Jogabilidade e mecânicas principais
Combate, exploração e recursos
Requiem entende que o melhor terror de Resident Evil nasce de escolhas pequenas: gastar munição agora ou guardar para a próxima sala, investigar uma rota opcional ou correr para o objetivo. Os confrontos são mais fortes quando preservam essa tensão. O jogo alterna áreas de exploração cuidadosa com momentos de ação mais direta, sem deixar o combate virar um jogo de tiro comum.
O design de fases é um dos melhores motivos para jogar. Pistas visuais, atalhos e espaços que voltam a ganhar sentido criam progresso sem exigir mapas excessivamente grandes. Quando o jogo acelera demais, perde um pouco da precisão que faz seus trechos de horror funcionarem tão bem.
Dificuldade e acessibilidade
As opções de dificuldade permitem priorizar sobrevivência ou uma experiência mais acessível. Ainda assim, jogadores que não gostam de terror intenso devem saber que a ambientação é realmente opressiva. O ideal é começar em uma dificuldade que preserve recursos sem transformar cada encontro em bloqueio.


Gráficos, performance e plataformas
Performance em PC
O PC exige uma máquina atual: a página da Steam lista Windows 11, 16 GB de RAM e, no mínimo, uma RTX 2060 Super 8 GB ou Radeon RX 6600. SSD é altamente recomendável para uma experiência mais estável. Em configurações intermediárias, ajustar ray tracing, sombras e escala de resolução é mais sensato do que sacrificar a fluidez por presets máximos.
PS5 e Xbox Series X|S
Nos consoles atuais, a experiência é mais simples de recomendar para quem quer instalar e jogar. O ponto principal é escolher entre o modo de qualidade, que privilegia a imagem, e o de desempenho, indicado para quem valoriza resposta de controle e fluidez em combate.
Switch 2
A existência da versão de Switch 2 é uma vitória de alcance para a franquia. Ela é mais indicada para quem prioriza portabilidade e aceita concessões visuais, não para quem busca a apresentação técnica mais forte do jogo.
História e narrativa, sem spoilers graves
Ritmo da campanha
A campanha é focada e valoriza tensão em vez de conteúdo inflado. O ritmo funciona melhor quando alterna investigação, quebra-cabeças ambientais e fuga. Há trechos que poderiam encurtar confrontos ou chefes, mas eles não apagam a consistência do conjunto.
Personagens e conexões com outros Resident Evil
Requiem usa sua conexão com a história da Umbrella e de Raccoon City para criar consequência, não apenas referências. É uma direção mais madura que jogar nomes conhecidos na tela: os eventos anteriores importam porque moldam os personagens e o mundo.



Prós e contras de Resident Evil Requiem
Prós
- Atmosfera de terror excelente e uso inteligente de tensão.
- Design de fases que recompensa exploração e atenção ao ambiente.
- Equilíbrio sólido entre sobrevivência, narrativa e ação.
- Boa porta de entrada para novos jogadores, sem abandonar os fãs antigos.
Contras
- Exigência de hardware pode pesar no PC.
- Alguns trechos de ação e chefes quebram um pouco o ritmo.
- O terror intenso pode afastar quem procura uma experiência mais leve.
Para quem Resident Evil Requiem é recomendado?
- Para fãs de Resident Evil e survival horror moderno.
- Para quem quer uma campanha single-player polida, com começo, meio e fim.
- Para jogadores que preferem explorar e administrar recursos a repetir missões infinitamente.
Veredito zGamer
Resident Evil Requiem entende que a franquia fica mais forte quando o medo e a ação servem à mesma experiência. Não é perfeito em todos os picos de ritmo, mas entrega uma campanha marcante, tecnicamente ambiciosa e segura do que quer ser. Vale comprar agora para fãs de terror; para PC de entrada, espere benchmarks e promoções.
FAQ: perguntas frequentes sobre Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem tem multiplayer?
Não. A proposta principal é uma campanha single-player de survival horror.
Quanto tempo dura a campanha?
Espere uma campanha de porte médio para a série, com tempo maior para quem explora, procura itens e revisita áreas.
Resident Evil Requiem roda bem em PC fraco?
Não é uma recomendação para PC fraco. Os requisitos mínimos oficiais já pedem RTX 2060 Super ou RX 6600, 16 GB de RAM e Windows 11.
Preciso jogar os outros Resident Evil para entender?
Não, mas jogar ou conhecer Resident Evil 2, 3, 7 e Village melhora a leitura das referências.
Resident Evil Requiem tem final alternativo?
O foco é uma narrativa principal fechada. Evite buscar detalhes antes de terminar, porque spoilers mudam bastante o impacto da campanha.






