Placas de vídeo por modelo: RTX, RX, GTX e quanto de VRAM você precisa

Julio Nascimento
Julio acompanha games desde a época dos primeiros portáteis da Nintendo e nunca perdeu o costume de fechar cada geração com um Zelda debaixo do braço....
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Foto: Andrey Matveev / Pexels

Cada faixa de VRAM entrega uma experiência diferente hoje: 8 GB ainda resolve bem em 1080p, 12 GB é o piso confortável para 1440p, e 16 GB ou mais é o que sustenta 4K sem engasgos em jogos recentes. Esse guia organiza os principais modelos de placa de vídeo à venda no Brasil, RTX, RX e as sobreviventes GTX de gerações passadas, por essa lógica de memória de vídeo, já que ela costuma pesar mais no dia a dia do que o nome do modelo em si.

Placas de vídeo GeForce RTX lado a lado sobre fundo amarelo

Placa de vídeo com 8 GB de VRAM: RTX 5060 e RX 7600

A faixa de 8 GB é hoje o mínimo aceitável para jogar em 1080p com detalhes altos. A RTX 5060 e a Sapphire Pulse RX 7600, ambas com 8 GB, ficam na casa de R$ 1.100 a R$ 1.600 e competem diretamente entre si nessa faixa. Vale reforçar: 8 GB já mostra limitação em 1440p com texturas altas em jogos mais recentes, então essa faixa é recomendada especificamente para quem joga em 1080p.

Placa de vídeo com 12 GB de VRAM: Intel Arc B580 e RTX 5070

A Intel Arc B580, com 12 GB de GDDR6, é a opção mais barata dessa faixa, na casa de R$ 700, com mais memória de vídeo que qualquer concorrente de entrada da geração. Já a RTX 5070, com 12 GB de GDDR7, mira um público mais exigente, com desempenho puro maior, mas menos VRAM que a RX 9070 XT, sua concorrente direta da AMD, que vem com 16 GB.

Placa de vídeo com 16 GB ou mais: RTX 5060 Ti, RX 9060 XT, RX 9070 XT e RTX 5080

ModeloVRAMPreço aproximado
RTX 5060 Ti 16GB16 GB GDDR7R$ 1.600 a R$ 2.000+
RX 9060 XT 16GB16 GB GDDR6Próximo à RTX 5060 Ti
RX 9070 XT16 GB GDDR6R$ 4.200 a R$ 5.200
RTX 5070 Ti16 GB GDDR7R$ 6.800 a R$ 9.000
RTX 508016 GB GDDR7R$ 8.500 a R$ 13.000

Essa faixa de 16 GB é o ponto de corte relevante para quem joga em 1440p sem abrir mão de detalhes altos, ou quer alguma folga para 4K com upscaling. Repare que a diferença entre RX 9060 XT e RX 9070 XT não é só de VRAM: são chips de patamares de desempenho bem diferentes, mesmo com a mesma quantidade de memória.

Vale a pena comprar uma GTX ou RTX de gerações antigas?

Modelos como a GTX 1650 ainda circulam no mercado usado e em PCs de entrada, mas já são bem limitados para jogos atuais, servindo melhor para uso de escritório ou jogos mais leves e antigos. Já a RTX 3060 de 12 GB segue como uma opção surpreendentemente válida em 1080p, principalmente porque tem mais VRAM que várias placas mais novas de 8 GB, mesmo sendo de uma geração anterior.

Perguntas frequentes

RX 7600 ou RTX 5060: qual vale mais a pena?

As duas competem na mesma faixa de preço e VRAM (8 GB). A escolha costuma depender de qual está mais barata no momento da compra e de recursos específicos, como o DLSS da NVIDIA, exclusivo das placas RTX.

Uma GTX antiga ainda serve para jogar em 2026?

Para jogos mais leves ou mais antigos, sim. Para lançamentos recentes em qualidade alta, uma GTX de gerações passadas já costuma faltar tanto em VRAM quanto em desempenho puro.

Faz diferença a marca da placa (ASUS, MSI, Gigabyte, Sapphire) dentro do mesmo modelo?

O chip gráfico é o mesmo entre marcas para o mesmo modelo, então o desempenho de jogo é praticamente idêntico. O que muda é o cooler, o nível de ruído, a qualidade de construção e o preço final de cada versão. Se depois de trocar de placa surgir algum travamento ou problema de reconhecimento, o guia de suporte e driver de placa de vídeo cobre o diagnóstico passo a passo.

Conclusão

Organizar a escolha por VRAM, e não só pelo nome do modelo, simplifica bastante a decisão: 8 GB para 1080p, 12 GB como piso para 1440p, 16 GB ou mais para 1440p com folga ou 4K. Dentro de cada faixa, RTX e RX competem de perto, e a escolha final costuma se resolver no preço do dia e em recursos específicos, como o DLSS da NVIDIA ou o FSR da AMD.

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Julio acompanha games desde a época dos primeiros portáteis da Nintendo e nunca perdeu o costume de fechar cada geração com um Zelda debaixo do braço. É daqueles que perdem a conta de quantas platinas já tirou em Monster Hunter, e defende a série Souls como o padrão-ouro de dificuldade bem calibrada nos games atuais. No Zona Gamer, cobre lançamentos, mecânicas de jogo e as histórias por trás dos títulos que valem a pena conhecer.
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