Atualizado em 16 de setembro de 2026.
Resposta rápida: o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time não muda apenas os gráficos. A Nintendo modernizou câmera, movimentação, seleção de itens, orientação de objetivos, apresentação da história e integração com o Nintendo Switch 2. A seguir, reunimos 10 mudanças em relação ao original de 1998, separando o que foi confirmado oficialmente do que foi observado no gameplay divulgado.
Por que isso importa: as mudanças atacam justamente os pontos que mais envelheceram no Nintendo 64, como câmera contextual, salto automático, menus frequentes e pouca orientação. Para veteranos, isso altera a forma de explorar Hyrule. Para iniciantes, reduz a barreira de entrada sem transformar Ocarina of Time em outro jogo.
Pré-venda no Brasil: preço, estoque e opções
A pré-venda física começou no Brasil em 16 de setembro. O primeiro lote foi reportado como esgotado rapidamente em alguns varejistas, então disponibilidade e preço podem mudar ao longo do dia.
A versão digital continua listada para Nintendo Switch 2 e o lançamento está marcado para 5 de novembro de 2026. O preço digital informado para o Brasil é de R$ 329,90. Na mídia física, valores reportados ficaram em torno de R$ 409 no Pix e R$ 439 parcelado, dependendo da loja e da condição de pagamento.
Importante: estoque físico, eventuais capas especiais e reposições não devem ser tratados como permanentes. Antes de comprar, confirme o valor final e a disponibilidade diretamente no varejista.
Se sua dúvida é se o jogo funciona no Switch original, a página oficial da Nintendo lista o remake como exclusivo do Nintendo Switch 2. O jogo também terá português brasileiro, cenas dubladas, diálogos estendidos e tamanho estimado de 27 GB.
Veja também nosso guia de lançamentos confirmados do Nintendo Switch 2 e a página viva do remake.
As 10 principais mudanças do remake
- Câmera livre e ambientes remodelados
- Corrida, pulo e mergulho modernizados
- Threads of Time e minimapa
- Menu rápido para trocar itens
- Cutscenes dubladas e diálogos expandidos
- Ciclo contínuo de dia e noite
- Músicas da ocarina pelo microfone
- Zelda Notes no celular
- Integração com Amiibo
- Mira giroscópica e outros refinamentos
1. Câmera livre e ambientes remodelados
No Nintendo 64, a câmera acompanhava Link de forma contextual e dependia do Z-target para enquadrar inimigos. Não havia controle manual livre pelo analógico direito. No remake, o jogador pode movimentar a câmera, olhar ao redor e ler melhor corredores, plataformas e cidades.
Essa liberdade exigiu remodelar lugares que antes utilizavam ângulos fixos e cenários que funcionavam como pano de fundo. O material divulgado mostra áreas como Castle Town com mais profundidade e espaço de exploração.

2. Corrida, pulo e mergulho modernizados
Link agora aparece correndo e pulando por comandos dedicados. No original, o salto acontecia automaticamente quando o personagem chegava perto de uma borda, o que podia provocar quedas involuntárias em plataformas estreitas.
O gameplay também mostra Link mergulhando para buscar itens. A presença de uma barra de oxigênio indica que o sistema clássico de aumentar o tempo submerso ainda deve fazer parte da progressão, embora seus detalhes finais não tenham sido explicados pela Nintendo.
3. Threads of Time mostra a história e o próximo objetivo
O novo menu Threads of Time registra os acontecimentos da aventura em uma tapeçaria visual. Além de resumir o que já aconteceu, ele indica o próximo objetivo, recurso especialmente útil para quem passa vários dias sem jogar.
O gameplay também apresenta um minimapa no canto da tela. Em 1998, o jogador dependia principalmente das falas de Navi, do mapa de cada dungeon e da própria memória para descobrir para onde seguir. A Nintendo também divulgou uma ilustração de Hyrule; veja o que o mapa de Ocarina of Time Remake mostra sobre as regiões e seus limites.
4. Menu rápido reduz as interrupções
No Nintendo 64, itens como estilingue, bombas e ocarina precisavam ser associados aos botões C pelo menu. O remake apresenta uma seleção horizontal rápida, inspirada na lógica utilizada em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.
Na prática, o jogador deverá passar menos tempo pausando a aventura para reorganizar equipamentos. Ainda falta saber se todos os itens poderão ser trocados dessa forma ou se parte do inventário continuará no menu tradicional.
5. Cutscenes dubladas e diálogos expandidos
As cenas importantes, antes apresentadas principalmente por caixas de texto e vocalizações curtas, agora terão vozes. A Nintendo confirmou a localização e dublagem em português do Brasil, e o trailer da Nintendo Brasil já permite ouvir o trabalho em PT-BR.
O material mostrado também sugere cenas ampliadas e mais conversas com personagens como Saria e Navi. A fada aparece falando durante o gameplay sem interromper completamente a ação com uma tela de texto.

Parta em uma aventura por Hyrule e torne-se o Herói do tempo com a chegada de The Legend of #Zelda: Ocarina of Time ao console Nintendo Switch 2 em 5/11. Jogue em português do Brasil! #NintendoDirect
Nintendo Brasil (@NintendoBrasil) · 8 de setembro de 2026
6. O tempo continua passando dentro das cidades
No jogo original, o ciclo de dia e noite parava em determinadas áreas, incluindo algumas cidades, e voltava a avançar quando Link retornava a Hyrule Field. No remake, o tempo continuará passando também nesses locais.
Isso pode mudar quando estabelecimentos abrem, quais personagens aparecem e como determinados eventos são encontrados. A ocarina continuará sendo importante para controlar a passagem do tempo quando necessário.
7. O microfone reconhece músicas da ocarina
O microfone do Nintendo Switch 2 poderá reconhecer melodias que Link já aprendeu. O jogador poderá cantarolar ou tocar a música em um instrumento, fazendo Link executar a canção correspondente no jogo.
O método clássico por botões continua disponível. O microfone funciona como uma alternativa, não como uma obrigação.
8. Zelda Notes adiciona recursos pelo celular
A página oficial brasileira confirma compatibilidade com Zelda Notes pelo aplicativo Nintendo Switch App em celulares e tablets compatíveis. O serviço permitirá acompanhar conquistas diárias, procurar locais usando imagens como pistas e tocar uma ocarina virtual no dispositivo.
Essas atividades complementam a aventura principal. A Nintendo ainda não detalhou todas as recompensas, limitações de uso ou quais funções dependem de conexão com a internet.
9. Amiibo concederá itens extras
A Nintendo confirmou que acessórios Amiibo da série The Legend of Zelda poderão conceder itens extras dentro do remake. O material publicado até agora ainda não esclarece a lista completa de recompensas, a frequência de uso ou se haverá conteúdo exclusivo.
Até uma confirmação mais detalhada, é melhor tratar recompensas específicas mencionadas fora dos canais oficiais como informação provisória.
10. Mira giroscópica e outros ajustes menores
Armas de precisão, como o estilingue, poderão utilizar mira por movimento. O remake também traz uma interface redesenhada e pequenos ajustes observados no gameplay, como uma carteira inicial com capacidade maior.
Essas mudanças parecem pequenas isoladamente, mas reduzem tarefas repetitivas e deixam o jogo mais natural para quem está acostumado aos controles atuais.
O que ainda não foi confirmado
- Resolução e taxa de quadros finais no lançamento.
- Presença da Master Quest ou de novos modos.
- Lista completa de opções de acessibilidade.
- Recompensas exatas de cada Amiibo.
- Preço e disponibilidade de uma edição física oficial no Brasil.
- Alterações de layout dentro dos templos e dungeons.
Data, preço e tamanho no Brasil
The Legend of Zelda: Ocarina of Time será lançado em 5 de novembro de 2026, exclusivamente para Nintendo Switch 2. A versão digital custa R$ 329,90 na Nintendo Store Brasil e possui tamanho estimado de 27 GB.
Para acompanhar preço, edição física, desempenho e novas confirmações, consulte a página viva do remake. Se ainda estiver escolhendo entre as edições, veja também o comparativo N64, 3DS ou Switch 2: qual versão jogar?.










